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sábado, 11 de julho de 2015

REDES SOCIAS...O INICIO


Com a popularização da internet a partir dos anos 2000, outro tipo de serviço de comunicação e entretenimento começou a ganhar força: as redes sociais. Atualmente, a variedade de produtos desse mercado é enorme, apresentando inclusive categorias com públicos bem segmentados (alguns deles um tanto quanto bizarros).
Com alternativas que vão muito além de apenas Facebook, Twitter, Orkut e MySpace, nós temos gastado cada vez mais tempo do nosso dia interagindo com outras pessoas através das redes sociais. Para você ter uma noção do que estamos falando, uma pesquisa da ComScore, realizada este ano, revelou que os quase 1 bilhão de usuários da rede de Mark Zuckerberg gastam 405 minutos por mês acompanhando os seus perfis.
Mas você tem ideia de quando e como as redes sociais surgiram? Quais foram os serviços pioneiros ou o que podemos esperar desses serviços daqui para frente? Neste artigo, nós vamos responder a esses e outros questionamentos. Boa leitura e aproveite para compartilhar o link deste texto com seus amigos e familiares por seus perfis!


O ano de 1994 marca a quebra de paradigmas e mostra ao mundo os primeiros traços das redes sociais com o lançamento do GeoCities. O conceito desse serviço era fornecer recursos para que as pessoas pudessem criar suas próprias páginas na web, sendo categorizadas de acordo com a sua localização. Ele chegou a ter 38 milhões de usuários, foi adquirido pela Yahoo! cinco anos depois e foi fechado em 2009.
Outros dois serviços foram anunciados em 1995 — esses com características mais claras de um foco voltado para a conectividade entre pessoas. O The Globe dava a liberdade para que seus adeptos personalizassem as suas respectivas experiências online publicando conteúdos pessoais e interagindo com pessoas que tivessem interesses em comum.
Por sua vez, o Classmates visava disponibilizar mecanismos com os quais os seus usuários pudessem reunir grupos de antigos colegas de escola e faculdade, viabilizando troca de novos conhecimentos e o simples ato de marcar reencontros. Essa rede social ultrapassou 50 milhões de cadastros e sobrevive até hoje, mas com um número menor de participantes.

Acompanhando o “boom”

Por volta dos anos 2000, a internet teve um aumento significativo de presença no trabalho e na casa das pessoas. Com isso, as redes sociais alavancaram uma imensa massa de usuários e a partir desse período uma infinidade de serviços foram surgindo.
Em 2002, nasceram o Fotolog e o Friendster. Esse primeiro produto consistia em publicações baseadas em fotografias acompanhadas de ideias, sentimentos ou o que mais viesse à cabeça do internauta. Além disso, era possível seguir as publicações de conhecidos e comentá-las. O Fotolog ainda existe, tem cerca de 32 milhões de perfis, já veiculou mais de 600 milhões de fotos e está presente em mais de 200 países.
Por sua vez, o Friendster foi o primeiro serviço a receber o status de “rede social”. Suas funções permitiam que as amizades do mundo real fossem transportadas para o espaço virtual. Esse meio de comunicação e socialização atingiu 3 milhões de adeptos em apenas três meses — o que significava que 1 a cada 126 internautas da época possuía uma conta nele.
(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)
Em seguida, ao longo de 2003, foram lançados o LinkedIn (voltado para contatos profissionais) e o MySpace (que foi considerado uma cópia do Friendster). Ambos ainda estão no ar e com um uma excelente reputação. Atualmente, o LinkedIn conta com mais de 175 milhões de registros (sendo 10 milhões deles brasileiros) e o MySpace marca 25 milhões apenas nos EUA — embora esse número já tenha sido maior.

Anos vindouros

Eis que chegamos à época em que as redes sociais caíram no gosto dos internautas e viraram máquinas de dinheiro. 2004 pode ser considerado o ano das redes sociais, pois nesse período foram criados o Flickr, o Orkut e o Facebook — algumas das redes sociais mais populares, incluindo a maior de todas até hoje.
Similar ao Fotolog, o Flickr é um site para quem adora fotografias, permitindo que as pessoas criem álbuns e compartilhem seus acervos de imagens. Atualmente, aproximadamente 51 milhões de pessoas usufruem de seus recursos.
O Orkut dispensa apresentação. A rede social da Google foi durante anos a mais usada pelos internautas brasileiros, até perder seu título para a criação de Mark Zuckerberg em dezembro de 2011. Um dos levantamentos mais recentes aponta que cerca de 29 milhões de pessoas ainda o utilizam.
(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)
Apesar de ter sido criado em 2004, dentro do campus da Universidade de Harvard, o Facebook só chegou à grande massa de usuários no ano de 2006. De lá para cá, a rede social é sinônimo de sucesso e crescimento (inclusive em terras tupiniquins), superando a incrível marca de 908 milhões de pessoas cadastradas. Hoje, a marca está avaliada em US$ 104 bilhões.
Um dos grandes desejos de Zuckerberg é comprar o Twitter, o microblog revelado em 2006 e que atualmente é aquele que mais chega perto do Facebook em número de adeptos, tendo 500 milhões de registros — embora a estimativa é de que “apenas” 140 milhões o utilizam com frequência.
A mais recente rede social a entrar nessa complicada disputa é o Google+, um dos mais novos serviços da gigante de Mountain View. Lançado oficialmente em 2011, esse serviço tem por volta de 400 milhões de inscritos (somente 25% deles estão ativos). Embora ainda esteja muito longe de assustar o líder do segmento, a Google não tem poupado investimentos e esforços para que o seu produto cresça. Contudo, por enquanto, ele ainda não vingou e o volume de informações compartilhado pelo Google+ ainda é relativamente baixo.

O que podemos esperar das redes sociais

E quais seriam os próximos passos das redes sociais? Relatórios recentes apontam que esse tipo de serviço atrai mais de 1 bilhão de pessoas, o que representa cerca de um sétimo da população total do planeta. Isso significa que os sites de relacionamento ainda têm muito para crescer.
Além disso, alguns especialistas em mídias sociais acreditam que o futuro dos serviços de comunicação e interação está em produtos de código aberto, como a Diaspora. Essa rede social, a qual você também pode ajudar a desenvolver, surgiu como uma alternativa mais segura para o Facebook.
No início, apenas um grupo seleto de pessoas teve acesso ao serviço de relacionamento, mas no final do ano passado ele liberou um número bem maior de convites. Contudo, o site ainda não decolou e, ao que parece, pode estar sendo substituído por um site de compartilhamento de memes, o Makr.io.

Curiosidade..!!! DEIXAR A CAMA DESARRUMADA FAZ BEM PARA SAUDE





Ao propiciar um ambiente perfeito para os ácaros estamos sujeitos a sofrer de asma, eczemas ou dermatite, febre do feno crônica, diferentes tipos de alergias respiratórias e inclusive insônia. De fato, as pesquisas demonstraram que uma cama arrumada pode ser o lar de até 1,5 milhões de ácaros, por isso corremos o risco de desenvolver algumas dessas doenças. Stephen Pretlove, líder da equipe de pesquisadores que publicou o estudo, afirmou que para evitar as doenças causadas pelos ácaros o melhor é combatê-los, evitando arrumar a cama assim que levantamos.

Quando não arrumamos a cama os ácaros podem ser eliminados com mais facilidade, principalmente se permitimos que a ventilação entre em nosso quarto. Os ácaros podem ser eliminados com ar fresco e exposição ao sol,ou seja, para evitar que se proliferem em nossa cama o ideal é deixar os lençóis guardados e abrir as janelas do quarto. Pretlove também revelou que muitos insetos e pragas podem ser eliminados com diferentes produtos de limpeza e utilizando um aspirador. Porém, esclareceu que os ácaros podem ser eliminados dessa forma, assim recomendou ventilar com frequência o quarto, lavar os lençóis e cobertas regularmente e principalmente, os expor ao sol. Para concluir, o pesquisador demonstrou que essas descobertas podem ser a chave para a prevenção de doenças alérgicas ou similares, o que poderia ajudar em seu tratamento.

Portanto, quem não costuma fazer a cama, agora não tem desculpa. E aqueles que o fazem com frequência, principalmente depois de levantar, deveriam começar a considerar essas recomendações para evitar a proliferação e expectativa de vida dos ácaros com a finalidade de prevenir as doenças mencionadas.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Saiba o que fazer para se recuperar de uma separação dolorosa

           
O fim do relacionamento sempre é doloroso e sofrido.Aseparação pode causar danos e transtornos emocionais do que a morte de um parente ou amigo.Não é a toa que muitas fezes essa fase pode-se ser chamada também de luto por ser a falência de um ideal da familia e do amor que na verdade deveria ser eterno.
para se recuperar de uma separação amorosa o primeiro passo é se livrar das recordações boas e das ruins também.

Respeitar o tempo de luto é essencial para trabalhar os sentimentos que afloram durante o processo de separação,como angústia,frustação por não ter dado mais certo,tristeza, magoa e muito mais .O fi  desse processo de luto é a aceitação,momento em que a pessoa passa a aceitar e entender que realmente o amor acabou e junto com ele o respeito a amiração o respeito ,carinho enfim todo o sentimento que os mantia juntos .O relacionamento acabou .
Mas  até alcançarem esse estágio,a pessoa precisa tirar coisa boas desse experiência vivida precisa entender que na vida nada é para sempre que a vida passa e o que é importante é ser feliz e de alguam forma é possivél sim e que antes de sermos felizes com alguem temos que aprebnder a ser feliz sozinhos e ai abrir o coração para uma nova fase um novo amor.

Separação: Quem Deve Ficar com os Filhos?








Advogado Fernando Ribeiro
A Lei 6.515/00, que regula o Divórcio, na seção II - Da proteção da pessoa dos filhos - dispõe sobre a guarda e posse dos filhos.

Na maioria dos casos, essa posse e guarda é entregue à mulher que pela tradição da sociedade, também chamada de direito consuetudinário, teoricamente estaria mais adequada a assumir esse encargo.

Entretanto, nem sempre isso é possível, seja pelo fato da mãe não reunir os requisitos necessários para arcar com tal responsabilidade, seja devido a um comportamento incompatível da mesma para exercer essa guarda, comportamento esse que deve ser pautado nas regras da moral e nos bons costumes, onde deverá passar aos filhos sob sua guarda, os conceitos de respeito, educação, civilidade e aqueles que conduzem o infante aos princípios básicos de uma vida digna.

Muitos pais, tentam, por diversas motivações, obter para si a guarda dos filhos, alguns deles com total razão; outros apenas, em retaliação para com a ex-mulher, por não terem, ainda, absorvido a separação, ou por terem sido traídos ou por possuírem o sentimento de que foram, ou simplesmente por não a desejarem. Na verdade, na maioria das vezes, pelo simples prazer da vingança contra a ex-mulher.

Essas ações, são chamadas tecnicamente de " Ação de Posse e Guarda de Menores " , quando há litígio entre o ex-casal ou " Modificação de Cláusula ", quando se convenciona na separação com quem ficaria a posse e guarda dos filhos, e, posteriormente, se pretende mudar essa situação.

Seja qual for a ação, a briga ferrenha entre o ex-casal só encontra uma única vítima, os próprios filhos, que, com a devida licença dos amigos psicólogos, recebem um verdadeiro massacre psicológico, onde passam por um batalhão de entrevistas com peritos do Juízo e assistentes técnicos das partes, deixando os pobres infantes inteiramente divididos entre seus pais.

Em muitas situações encontramos nos laudos periciais, clara e espontânea proteção dos filhos às mães, e às vezes chegam ao ponto de ir contra o próprio pai, que quando não têm motivos que justifiquem uma troca de guarda, tentam seduzir a criança com bens materiais levando-os a expressar vontade em morar com o mesmo.

Esses pais não medem esforços nem conseqüências para lograrem êxito nas suas investidas sobre os filhos, mesmo que tenham que expor as crianças à uma inquirição em audiência, o que é por demais desgastante e constrangedor para um ser tão imaturo.

Atualmente, travo uma verdadeira batalha contra um desses pais, que apesar de não ter conseguido seduzir o filho mais velho (12 anos), apenas o caçula (9 anos), pretende separá-los, levando o menor para outro Estado, o que, diga-se de passagem, além de absurdo e perigoso é vergonhoso, refletindo a total falta de preocupação do pai com os filhos, principalmente, pelo fato dos menores estarem em idade tão tenra onde, acredito, ainda não possuem maturidade e discernimento suficientes para tomar decisões desse quilate e separá-los poderia ser traumático. Com a palavra os psicólogos. Felizmente, considerando as audiências realizadas, a tendência do Juízo é de manter os irmãos juntos e na companhia da mãe.

Juridicamente, a troca da posse e guarda de crianças só é aceita pela Justiça quando for por acordo das partes, ou, caso contrário, há nos autos prova incontestável de que aquele que a possui cometeu uma falta muito grave em sua vida pessoal, fazendo com que não mais reuna as condições necessárias em prover os infantes com uma educação sadia.

A matéria é complexa e delicada, merece, pois, atenção muito especial dos Juízes, Curadores de Família, Peritos e Advogados, para que possam conduzir a solução do problema de forma que preserve ao máximo as crianças, que nada tem haver com as desavenças dos pais, mas, infelizmente, são as que mais sofrem.

Saiba como conduzir uma separação sem desestabilizar emocionalmente os filhos


No Brasil mais de 20 milões de crianças e jovens de até 17 anos são filhos de pais separados.
 Para eles, o fim do casamento dos pais representa um dos períodos mais difíceis de suas vidas,pois nessa faze pela cabecinha dessa criança ou adolescente passa mil coisas ao mesmo tempo eles acham que com a separação dos genitores também haverá o afastamento deles com o pai ou a mãe na verdade todo filhos quer ver os pais juntos , mas nem sempre é possivel pois os adultos são cpmplicados e os problemas do dia a dia a monotônia as crises e desentendimentos fazem ocorrer a separação e nem sempre os pais sabem lidar com esse processo sem atingir os filhos  muitas vezes a magoa a raiva o orgulho faz com que acabem atingindo os filhos fatalmente . O processo de separação é sempre doloroso para o casal e para os filhos, com fortes sentimentos de culpa, dor e abandono. É uma fase em que a criança precisa se adaptar a muitas mudanças, como passar a viver sem a presença constante de um dos pais na maioria das vezes sem o pai pois a criança geralmente fica com a mãe, ter duas casas para dormir, mudar de bairro e, eventualmente, trocar de escola e de amigos. Geralmente, os ânimos do ex-casal estão exaltados e os sentimentos acabam desestabilizando emocionalmente os filhos.
Os pais devem nessa fase se sentarem com os filhos e tentar explicar que agora eles vão ser amigos sobre tudo com os pequeninos pois os maiores ja sabem avaliar o sentimento dos pais apesar de não aceitarem.evitar falar mau de um e de outro na frentes dos filhos é um  bom comerço pois não devem envolver filhos nesse situação,bom seria se todo casamento fesse para sempre mas nem sempre é possivel...Então a primeira coisa a fazer é se preoculpar com os fiçhos nessa faze pois eles irão precisar de muita conversa e atenção, com o tempo eles vão crescer e entender como funciona um casamento e entender a descisão dos seus pai.




"O problema não é a separação em si, mas a forma como ela é conduzida. As crianças costumam sofrer mais danos psicológicos nas separações litigiosas em que os processos são longos,  há muitas discussões e a criança é usada como troféu", afirma a advogada e psicóloga Verônica Cezar-Ferreira, autora de "Família, Separação e Mediação — Uma Visão Psicojurídica" (Editora Método)
Ai nessa hora o ex casal só pensam neles próprios e usam a criança para atingir um ao outro que acaba ferindo mais ainda a criança, mas isso não pode acontecer pois podem estar causando mais problemas piscológico nos filhos,e ai fica mais dificil ainda.

O médico Haim Grunspun, que publicou os primeiros livros no Brasil sobre psiquiatria da infância, acompanhou um grupo de crianças, por dois anos, após o fim do casamento dos pais. Em sua conclusão, uma separação mal conduzida tem um potencial devastador. Segundo a pesquisa, os bebês, até os dois anos, podem  ser mais medrosos e apresentar sintomas de regressão. As crianças com quatro e cinco anos tendem a encarar a separação como temporária e acham que podem influenciar no comportamento dos pais. Já os de cinco a seis anos costumam se sentir culpados, achando que provocaram o atrito 

A princípio tudo pode parecer uma tragédia, mas, se você estiver passando por uma separação, respire fundo encare os fatos com a cabeça no lugar não deixe os sentimentos conturbados afetarem seus filhos o importante é saber que filhos serão sempre filhos ex são apenas ex , porque os danos podem ser minimizados quando há um esforço dos pais em preservar a criança. É preciso transmitir que a ruptura é do casal e não com os filhos. "O primeiro passo é separar a vida conjugal da parental. O elo do casal se rompeu, mas os dois devem estar unidos num só objetivo: criar os filhos", Acompanhe alguns erros comuns e as soluções para a nova família viver em harmonia e criar filhos emocionalmente saudáveis.

O ex casal tem que entender também que os filhos não são petéca e nem bolinha de golfe aonde são disputados , tudo tem que ser conversádo como um acordo como... os dias em que ficarão com os filhos , aniversário tem que ser uma data aonde o melhor é os dos estarém junto aos filhos , tentem mander uma boa convivência pós casamento é possivel pelos filhos, natal com um ano novo com outro dia das crianças pode-se dividir o dia para cada um agora o que importa é os intereces dos filhos o casal ja não existe mais ,porém os filhos sim então coloquem a cabeça no lugar esqueçam as magoas e sejam felizes.