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quarta-feira, 22 de junho de 2011

CARÊNCIA AFETIVA PODE SER UM PROBLEMA, TOME CUIDADO...

Hoje em dia esta muito dificil encontrar uma pessoa , que nos faça feliz e completas ( os ),e por isso as pessoas hoje estão cada dia mais ,sózinhas e carêntes...
Por isso tomem cuidados com certos tipos de situações...
vejá o video a baixo e tire suas próprias conclusões:

Carência afetiva, este tema é bem legal..porque nos faz refletir sobre tudo que nos envolve,como estamos levando nossa vida , relacionamento e como estamos conduzindo nossas necessidades.
Ser carente ou esta carente poder ser fruto do como estamos levando nossa vida,de nossas atitudes tudo fruto e concequencia de nossoa atos.

Qunatas pessoas nesse momento devem esta pensando ou um dia não pensaram , que se envolveram com uma outra pessoa por carência que no fundo aquele ou aquela não tinha nada haver com você,isso é normal.
Mas o pior é que isso tudo pode esta evoluindo para uma dependencia fisca total, culpa dos dias que estamos vivendo.

A carência afetiva surge por vários fatores, e não são apenas os solteiros e solitários que podem ser acometidos por esse mal. Você pode estar casado(a) há vinte anos, ter uma vida "aparentemente" estruturada e ser carente. Tudo porque ali pode haver horizontes distintos sob um mesmo teto, dois corpos com respostas diferentes numa mesma cama, duas mentes com versões individuais acerca de sentimentos.
Incrível como a carência afetiva tem se transformado numa verdadeira epidemia. A carência é tão grande, a sensação de solidão é tão forte que pessoas se dispõe a pagar por companhia, por uma remota possibilidade de conseguir um pouco de carinho.

Vivemos num mundo onde tudo o que fazemos nos induz a “ter” cada vez mais. Um celular novo, um sapato de outra cor, uma jaqueta diferente, uma viagem em suaves prestações... Enquanto isso as pessoas sentem-se cada vez mais vazias. A voz interna faz um eco que chega a doer; e tudo o que realmente as faria sentir melhores seria “apenas” um pouco de carinho. Pois é, mas não é de dinheiro que estou falando. Não se trata desta moeda. Estou falando das escolhas que fazemos, indiscriminadamente, em busca de afeto. As relações sexuais fáceis e fugazes, a liberação desenfreada de intimidade, a cama que chega nas relações muito antes de uma apresentação de corações...

A rapidez com que as pessoas “ficam”, com que se beijam na boca, com que se tocam nas “zonas erógenas” demonstra exatamente o quanto elas pagam. Ou, ao contrário de tudo isso, a amargura e o mau-humor que toma conta daqueles que não fazem nada disso, que se fecham feito ostras, criticando e maldizendo quem se entrega, quem transa, quem sai em busca de afeto a qualquer preço. Enfim, de uma forma ou de outra, estão pagando pelo carinho que não dão e pelo carinho que, muitas vezes, não se permitem receber. Ou seja, se sexo realmente fosse tão bom, poderoso e suficiente quanto “prometem” as revistas femininas, as cenas calientes das novelas ou os sites eróticos, estariam todos satisfeitos, não estão? Definitivamente não estão!

Muito mais do que orgasmos múltiplos, nós precisamos urgentemente de um cafuné, de um abraço que encosta coração com coração, de um simples deslizar de mãos em nosso rosto, de um encontro de corpos que desejam sobretudo fazer o outro se sentir querido, vivo. Tocar o outro é acordar as suas células, é reviver seus poros, é oferecer um alento, uma esperança, um pouco de humanidade, tão escassa em nossas relações.

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